7ª
COPA PAULISTA DE KARTCROSS
REGULAMENTO
TÉCNICO 2009
APPK-CROSS
REGULAMENTO DESPORTIVO
Instrução normativa n.º 01/2009
Referência: Regulamento Kart-Cross / MFT Mini Formula Tubular
O presidente do APPK”Cross – ASSOCIAÇÃO PAULISTA
DE PILOTOS DE KART”Cross, MFT (Mini Formula Tubular)de acordo
com a legislação desportiva em vigor no País, e
usando das atribuições que lhe são conferidas pelo
estatuto da entidade, estabelece, com validade até 31 de dezembro
de 2009, o REGULAMENTO TÉCNICO / DESPORTIVO para as provas de
KART-CROSS. MFT (Mini Formula Tubular).
Capítulo I
Das Disposições Preliminares
Art. 1º - Todos os concorrentes ao entregarem a sua ficha de inscrição,
devidamente preenchidos, aceitam sem restrições o presente
regulamento, e conhecem unicamente as jurisdições desportivas
estabelecidas pela APPK”Cross – ASSOCIAÇÃO
PAULISTA DE PILOTOS DE KART”Cross. MFT (Mini Formula Tubular).
Art. 2º - À organização reserva-se o direito
de introduzir no presente regulamento todas as modificações
ditadas por razões de segurança ou força maior,
e de adiar a manifestação desportiva, se as circunstancias
a isso obrigarem, desde que previamente autorizada pela APPK”Cross
– ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE PILOTOS DE KART”Cross/
MFT (Mini Formula Tubular). ou pelos Comissários desportivos
presentes.
Art. 3º - A organização declina toda responsabilidade
no que diz respeito a acidentes e suas conseqüências aos
concorrentes, quer tenham sido provocados por eles, ou sendo os mesmos
as vítimas.
Art. 4º - Todas as infrações, alterações
ou anexos que a organização, por bem editar, relacionadas
com a aplicação do presente regulamento serão a
seu tempo, comunicadas aos concorrentes depois de aprovadas pela APPK”Cross
– ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE PILOTOS DE KART”Cross
/MFT /(Mini Formula Tubular). ou pelos comissários desportivos
presentes.
Art. 5º – Será obrigatória a existência
de extintores de incêndio nos boxes, sendo padronizado o extintor
de 05 kg podendo ser de Co2 ou Pó.
Obs.: os mesmos deverão ser afixados nas dependências dos
boxes em lugar de fácil acesso e livre de obstáculos.
Art. 6º – Todos os pilotos deverão manter suas equipes
uniformizadas, sendo que deverá constar no uniforme o numero
do kart e o nome da equipe.
Obs.: Os uniformes poderão conter propagandas, desde que obedecendo
ao capitulo II deste regulamento.
Art. 7º – Todos os pilotos a fim de cumprir Legislação
Desportiva, deverão apresentar no ato de sua filiação
na APPK”Cross – ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE PILOTOS
DE KART”Cross / MFT (Mini Formula Tubular). ou no ato de sua primeira
inscrição na etapa do campeonato, exame medico para pratica
de esportes, como também apresentar copia de RG, CPF, CNH, e
uma foto ¾.
Obs. Para pilotos menores de idade os mesmos deverão apresentar
autorização para pratica do esporte fornecida pelos responsáveis.
Art. 8º – Será emitido aos pilotos filiados a APPK”Cross
– ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE PILOTOS DE KART”Cross
MFT (Mini Formula Tubular). a CPD (Carteira de Piloto Desportivo) para
a participação nos campeonatos promovidos pela APPK”Cross
– ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE PILOTOS DE KART”Cross
/ MFT (Mini Formula Tubular).
Art. 9º – Todos os pilotos deverão ter boxes, no estilo
tenda a fim de abrigar sua equipe e kart, as mesmas deverão destacar
o numero do kart e o nome da equipe. sendo a medida mínima para
boxes (tenda) 3x3.
Obs.: Os Boxes (Tendas) poderão conter propagandas, desde que
obedecendo ao capitulo II deste regulamento.
Ressalva: Este Art. 9º - não tem caráter obrigatório
porem faz parte da profissionalização pretendida para
o esporte
Art. 10º - Os casos
não previstos pelo regulamento serão resolvidos pelos
comissários desportivos da prova.
Art. 11º - Em caso de dúvidas na interpretação
do presente regulamento, será o texto em português, o único
reconhecido como válido.
Capítulo II
Propaganda
Art. 12º - É autorizado a todos os participantes fazerem
figurar no equipamento pessoal e no veículo, inscrições
que possam ser consideradas como publicidade comercial devendo, no entanto,
obedecer às normas sobre publicidade em competições
desportivas de automobilismo da entidade.
Art. 13º - Qualquer concorrente, no momento de sua inscrição,
compromete-se perante a organização, a fixar na estrutura
do(s) veículo(s), durante toda prova, as placas ou adesivos fornecidos
pela organização. Portanto devera existir espaço
reservado para tal fim.
Art. 14º - Aos promotores reserva-se o direito de explorar livremente
em todos os países, pelo prazo de um ano e sob todas as formas,
a participação dos concorrentes, assim como os resultados
obtidos por eles.
Capítulo III
Penalizações
Art. 15º - Qualquer ocorrência ou série de ocorrências,
envolvendo um ou mais pilotos ou uma ação de qualquer
piloto ou membro de equipe, que for comunicada aos comissários
pelo diretor de prova e na opinião deles for considerada:
1 - Desobediência ao código ou regulamento desportivo;
2 - Falsa largada de um
ou mais carros;
3 - Conduta anti-desportiva;
4 - Dificultar uma manobra
legítima de ultrapassagem por outro piloto;
5 - Ultrapassagem sob bandeira
amarela ou vermelha; Será analisada pelos comissários
que decidirão se o piloto ou pilotos envolvidos serão
penalizados.
Art. 16º - A: Em função da natureza e tipo de infração
cometida, poderão ser aplicadas as seguintes penalidades:
1 - Advertência verbal, sinalizada ou escrita;
2 - Perda de posição
no grid de largada;
3 - Perda de tempo na bateria
ou prova (time pênalti);
4 - Perda de volta;
5 - Perda de posição na ordem de chegada;
6 - Exclusão de prova,
bateria ou treino de classificação;
7 - Desclassificação
de prova, bateria ou treino de classificação;
8 - Multa (independente
de outras sanções);
9 - Regime de atuação
observada temporária;
10 - Proibição
de acesso à área técnica desportiva;
11 - suspensão temporária;
12 - Desqualificação.
Obs.: Os pilotos que forem desclassificados ou suspensos em qualquer
etapa de campeonato, não poderão usar desta etapa como
descarte.
B: Durante o desenvolvimento de uma bateria ou prova, a critério
dos comissários desportivos e/ou direção de prova,
poderão ser utilizados, no todo ou em parte, as seguintes seqüências
alternativas de penalização na pista:
1 - advertência/advertência/time pênalti /exclusão;
2 - advertência/advertência/exclusão;
3 - advertência/time
pênalti /exclusão;
4 - advertência/exclusão;
5 - time pênalti /
exclusão;
6 - exclusão.
Art. 17º - Caso os comissários decidam impor a penalização
em tempo, o procedimento deverá ser aplicado da seguinte forma:
1 - O piloto infrator receberá na pista uma sinalização
no PSDP (Posto de Sinalização da Direção
de Prova), com uma placa com o número do seu kart e a bandeira
de sinalização de "time pênalti".
2 - A partir deste aviso
o piloto não poderá completar mais de três voltas
antes de se dirigir à área designada para o cumprimento
da penalização sem parar na área de Box e deverá
permanecer no local designado, pelo período de tempo imposto
na penalização. Em caso de cronometragem eletrônica
a penalização será imposta em tempo de 10 a 20
segundos de acordo com a decisão dos comissários desportivos.
3 - Após a liberação
pelo comissário, o piloto poderá retornar a corrida.
4 - Caso não haja
tempo suficiente para a aplicação da penalização,
os comissários tem o direito de aplicar a penalização
prevista no código desportivo.
Art. 18º - Não é permitido sair dos limites da pista.
Todo veículo que ultrapassar essas delimitações,
por qualquer motivo, poderá ser penalizado a critério
dos comissários desportivos.
Art. 19º - As decisões do diretor de prova e dos comissários
desportivos são, em qualquer momento, imperativas.
Art. 20º - Em nenhum caso os pilotos poderão fazer mover
seus veículos em sentido contrário ao do traçado
homologado.
Capítulo IV
Pilotos
Art. 21 - Os pilotos deverão sujeitar-se a uma verificação
de documentos, e os respectivos veículos a uma vistoria técnica,
condições obrigatórias para poderem disputar as
provas.
Parágrafo primeiro
- Todo piloto deverá estar munido de sua indumentária
completa, tanto para treinos como para provas. A indumentária
completa compõe-se de: capacete com viseira , e ou capacete com
óculos próprio para competição ( restrito
o tipo de capacete peruzinho), protetor de pescoço, macacão
de competição, luvas , sapatilhas ou tênis, sendo
recomendado o uso de cinta abdominal. Todo o equipamento deve ser homologado
pelas entidades do setor.
OBS. Tendo em vista a categoria ter hoje Karts com motor de partida
elétrica e recomendado o uso de macacão ante chama
Parágrafo segundo
- Cada piloto poderá inscrever um único segundo piloto
para seu kart. A inscrição do segundo piloto deverá
ser feita na primeira prova do campeonato em que o primeiro piloto participar.
O segundo piloto não poderá participar como primeiro piloto
em outro kart da mesma categoria e poderá ser segundo piloto
de apenas um kart. Em caso de desclassificação ou suspensão,
nenhum dos dois pilotos do kart poderá correr. A pontuação
será independente para cada piloto, não podendo somar
os pontos um do outro. A inscrição bem como suas respectivas
taxas, será independente para cada piloto.
Capítulo V
Circuito
Art. 22º - As provas serão disputadas em circuito fechado,
não aberto a circulação pública. O seu perímetro
estará compreendido entre 600 a 1.200 metros e compõem-se
de numerosas curvas e retas. Para o Kart-Cross /MFT Mini Formula Tubular
o piso é de terra e poderá apresentar irregularidades.
Em nenhum caso o público poderá ter acesso à pista
durante as provas ou treinos. A segurança do público ao
longo do circuito deverá ser assegurada pelos meios convenientes.
Poderá haver várias opções de traçado
em uma pista; a escolha do traçado deverá ser determinada
no adendo particular da prova.
Capítulo VI
Parque Fechado
Art. 23º - Os veículos ficarão em regime de parque
fechado antes da tomada de tempo para abastecimento e, após tomada
de tempo, entrarão novamente em parque fechado para lacração
de carburadores. Os karts retornarão 30 minutos antes de cada
bateria para abastecimento, permanecendo em parque fechado até
a formação do pré-grid, e no término da
prova para vistoria técnica dos cinco primeiros colocados e ou
em qualquer um dos concorrentes determinados pelos comissários
de prova.
Parágrafo primeiro
- Em caso de pistas que não possuam um sistema completo de abastecimento,
a organização reserva-se no direito de vistoriar os combustíveis.
Capítulo VII
Vistoria Técnica
Art. 24º - Todo veículo poderá ser vistoriado a qualquer
momento, antes ou depois das provas, pelas autoridades presentes, podendo
ser desclassificado em caso de irregularidade. Após a vistoria
os veículos não poderão abandonar o local sem a
autorização dos comissários desportivos.
Parágrafo
primeiro - O exame procedido antes da prova não torna válida
qualquer irregularidade tente
no veículo e que venha a ser constatada posteriormente.
Parágrafo segundo
- Em nenhum caso o carro será devolvido nas condições
que se encontrava no término da prova, mas nas condições
em que se encontrar no término da vistoria. Todas as peças
encontradas fora das especificações serão devolvidas
após decisão dos comissários técnicos.
Parágrafo terceiro
- Se a verificação técnica for determinada pela
direção de prova, o piloto do carro deverá fornecer,
gratuitamente, mecânico que procederá a desmontagem das
peças exigidas pelo comissário técnico, apresentando-as
em condições de serem medidas e verificadas. Neste caso,
todas as despesas, seja qual for o resultado da verificação,
correrão por conta dos pilotos dos carros examinados, será
permitido aos concorrentes conferir a vistoria.
Capítulo VIII
Reclamações
Art. 25º - As reclamações somente poderão
ser feitas por concorrentes e participantes da mesma prova e da mesma
categoria e deverão ser feitas por escrito aos comissários
desportivos, acompanhados de recibo, fornecida pela secretaria de prova,
comprovando o pagamento da caução correspondente.
Parágrafo
primeiro - A secretaria de prova é a única responsável
pelo encaminhamento aos comissários desportivos da reclamação
protocolada, sendo que a mesma, preferencialmente, deve ser julgada
em regime de urgência pelos comissários.
Parágrafo segundo
- As reclamações técnicas e desportivas deverão
ser encaminhadas até 30 (trinta) minutos após divulgado
o resultado oficial, onde deverá constar o horário de
sua divulgação.
Parágrafo terceiro
- Não serão acolhidas quaisquer reclamações
contra decisões dos juízes de largada e chegada no exercício
de suas funções.
Art. 26º - Nas reclamações
técnicas e desportivas serão utilizados os seguintes procedimentos:
1 - deverá ser apresentada
uma reclamação desportiva para cada kart reclamado, sendo
que, quando procedente, o valor pago será devolvido para o reclamante
e, quando improcedente, o valor pago é retido pelo comitê
organizador.
2 - a reclamação
técnica deve ser apresentada por item reclamado, sendo que, quando
procedente, o valor pago pelo reclamante e referente ao item, retorna
ao mesmo. Quando improcedente, o valor pago referente ao item vai para
o reclamado.
3 - o reclamante terá
seu kart vistoriado nos mesmos itens do reclamado. Parágrafo
primeiro - Os valores das cauções, estipulados pelo APPK-CROSS
Associação Paulista de Pilotos de Kart Cross / MFT (Mini
Formula Tubular)., são os seguintes:
1 - reclamação desportiva: R$ 50,00 (cinqüenta reais);
2 - reclamações técnicas: R$ 100,00 (cem reais),
mais o mesmo valor por item reclamado;
3 - apelação: R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais).
Art. 27º - O comissário
técnico da prova procederá à verificação
dos karts no local determinado. Durante a vistoria será permitida
a presença no local unicamente do mecânico do kart reclamado
que procederá a desmontagem a critério do(s) comissário(s)
técnico(s). Se por ventura o(s) comissário(s) técnico(s)
não constatar as irregularidades relatadas na reclamação
a mesma se tornará improcedente, porem se no ato da vistoria
o comissário encontrar quaisquer outras irregularidades que não
constem nos itens da reclamação, o kart será considerado
fora do regulamento.
Art. 28 - Qualquer competidor
poderá apelar de qualquer decisão proferida contra ele
pelos comissários para o APPK-CROSS Associação
Paulista de Pilotos de Kart Cross/ MFT (Mini Formula Tubular), contanto
que comunique aos mesmos, por escrito, a sua intenção
de fazê-lo durante há primeira hora seguinte da decisão
e mediante pagamento da referida taxa. O recurso ao APPK-CROSS Associação
Paulista de Pilotos de Kart Cross / MFT (Mini Formula Tubular). deverá
ser apresentado nas 48 horas seguintes. Após a entrega do recurso
no prazo acima, tem o piloto 05 (cinco) dias para apresentar suas razões
à entidade.
Capítulo IX
Grid de Largada
Art. 29º - A formação do grid de largada corresponderá:
a) ao resultado obtido pela cronometragem no treino de classificação,
com dois karts alinhados, lado a lado, em cada fila. Sendo que o sistema
de qualificação obedecerá ao sistema de menor tempo.
b) A tomada de tempo terá duração de 45 (quarenta
e cinco minutos), sendo que nos primeiros 15 (quinze minutos) todos
os karts participarão obrigatoriamente deste treino, 1/3 dos
karts que obtiverem os piores tempos formarão o grid de forma
que sempre o menor tempo se posicione a frente dos demais, no segundo
treino os 2/3 restantes terão 5 (Cinco) minutos de intervalo
e prosseguirão para a segunda fase que durara 10 (dez) minutos,
a metade dos karts com os piores tempos formarão o grid de forma
que sempre o menor tempo se posicione a frente dos demais, restando
assim a metade dos Karts que irão disputar a ultima parte do
treino, estes terão 5 (Cinco) minutos de intervalo e prosseguirão
para a fase final de 10 (dez) minutos, os karts com os piores tempos
formarão o grid de forma que sempre o menor tempo se posicione
a frente dos demais, formando assim o grid oficial.
c) no sistema de tomada de tempo haverá 3 (três) baterias,
onde o menor tempo será o POLE-POSITION na primeira bateria,
Na segunda bateria os karts farão o grid conforme posição
de chegada na primeira bateria. Na terceira bateria O concorrente que
obteve mais pontos na soma das baterias anteriores será POLE-POSITION
terá direito a escolha do lado do grid, alinhando-se os demais,
nas posições subseqüentes. Aos pontos conquistados
d) Os Karts que por qualquer motivo não participarem da primeira
parte de tomada de tempo, perderão o direito de participar das
próximas tomadas e ficarão automaticamente posicionados
nas ultimas posições do Grid. Em caso de mais de um participante
não efetuar a primeira parte da tomada de tempo o critério
de posição de largada dos mesmos será de acordo
com sua pontuação no campeonato.
Art. 30 - Nos caso onde a tomada não puder ser efetuada a formação
do grid correspondera ao sistema de sorteio.
No sistema de sorteio com 3(três) baterias, onde o sorteado na
primeira bateria que obter o primeiro lugar sairá na pole. Na
segunda bateria o pole será o ultimo e assim por diante. A terceira
bateria terá a formação do grid obtida com a soma
dos pontos das duas baterias anteriores. O concorrente que obteve a
POLE-POSITION terá direito a escolha do lado do grid, alinhando-se
os demais, nas posições subseqüentes.
a) Os Karts que por qualquer motivo não participarem do sorteio,
ficarão automaticamente posicionados nas ultimas posições
do Grid . Em caso de mais de um participante não participar do
sorteio o critério de posição de largada dos mesmos
será de acordo com sua pontuação no campeonato.
Parágrafo primeiro - Se o número de concorrentes for superior
ao limite de segurança da pista, serão feitas baterias
classificatórias, sendo divido o número de pilotos em
dois grupos (par e ímpar), fazendo uma bateria cada grupo, classificando-se
os melhores de cada grupo. O número de pilotos e o número
de voltas ficam a critério dos comissários desportivos.
Parágrafo segundo - o horário para a formação
do grid será divulgado no regulamento particular da prova.
Parágrafo terceiro - o acesso ao grid de largada só será
permitido ao piloto com seu kart e seu mecânico com o devido uniforme
de identificação.
Capítulo X
Largada
Art. 31º - O piloto que não se apresentar para formação
do grid, no tempo determinado pela direção de prova, somente
será liberado do parque fechado de abastecimento e entrará
na pista após a largada real, no final do pelotão, e no
máximo até transcorridos 25% do número de voltas
previstas para a prova.
Art. 32º - Na largada, os karts serão dispostos dois a dois
para a saída PARADA. Na volta de apresentação,
é terminantemente proibido, sob qualquer pretexto, ultrapassar
outro concorrente antes da linha de largada.
Parágrafo primeiro - Será exigido para a largada, que
todo o pelotão, liderado pelo Pole Position, faça todo
o percurso da volta de apresentação até o momento
da largada, em marcha reduzida e mantendo o alinhamento até seu
posicionamento no grid, sendo de responsabilidade do Pole Position a
velocidade de condução do pelotão. O piloto que
estiver largando na segunda posição é responsável
pela formação do grid, não podendo estar na frente
do Pole Position em nenhum momento.
Parágrafo segundo
- O concorrente que estiver fora de sua posição, procurando
com má fé ultrapassar seus concorrentes imediatos, poderá
ser punido pela direção de prova. Se o diretor de prova
suspender a largada e determinar novo alinhamento, o infrator ou infratores
poderão perder suas posições e largar várias
posições atrás, a critério dos comissários
desportivos e/ou direção de prova.
Parágrafo terceiro - O piloto que por qualquer motivo, apresentar
defeito técnico ou se envolver em acidente na volta de apresentação
e não puder largar em sua posição deverá
levantar o braço deixando todo o pelotão ultrapassá-lo,
e não poderá recuperar sua posição original
devendo largar no final do grid ou dirigir-se ao parque fechado., se
não conseguir se alinhar antes da volta de apresentação,
deverá largar dos boxes após a passagem do ultimo colocado
no grid.
Parágrafo quarto - Poderão ser realizadas até três
tentativas para a largada, sendo que, não sendo possível
largar na terceira tentativa, a direção da prova suspenderá
o processo, fará novo alinhamento, punindo o infrator ou infratores
com a perda de posições no grid.
Parágrafo quinto
- A largada será feita com o acionamento da bandeira quadriculada
verde e amarela. Poderá ser feita por meio de sinal luminoso
(semáforo).
Capítulo XI
Chegada
Art. 33º- Cada bateria será dada por terminada uma vez cumprida
as voltas ou tempo regulamentares.
Parágrafo primeiro - Neste instante o diretor de prova dará
sinal de fim de prova, apresentando a bandeira quadriculada branca e
preta a todos os concorrentes que pela linha de chegada passarem.
Parágrafo segundo - Terminando a prova, os concorrentes deverão
dar uma volta para desaceleração, na qual é proibida
a ultrapassagem, até entrarem novamente em parque fechado.
Parágrafo terceiro - Passados 3 minutos sobre a chegada do concorrente
primeiro colocado, os veículos ainda em pista, serão considerados
como se tivessem abandonado a sua última passagem na reta.
Capítulo XII
Paralisação ou Interrupção da Prova
Art. 34º- Caso seja necessário interromper a prova por causa
de infrações no processo de largada, obstrução
da pista, condições climáticas que prejudiquem
o andamento da bateria ou por quaisquer outras situações,
uma bandeira vermelha, por decisão dos comissários desportivos
e/ou diretor de prova, será mostrada, simultaneamente, junto
à linha de chegada e em todos os postos de sinalização.
Parágrafo primeiro - Quando for acionada a bandeira vermelha,
todos os karts, imediatamente, deverão encerrar qualquer disputa
de posição, reduzindo a velocidade e dirigindo-se para
o grid, ou outro local indicado pelos comissários, observando-se
que ninguém poderá tocar nos karts, sob pena de exclusão.
Parágrafo segundo - No caso da paralisação ocorrer
com mais de duas voltas completadas e menos de 75% das voltas previstas,
a corrida será considerada como tendo duas partes, sendo que
as colocações da volta anterior à paralisação
definirão o grid da nova largada.
Parágrafo terceiro - No caso da paralisação ocorrer
após terem sido percorridos mais de 75% das voltas previstas,
a corrida será considerada encerrada. Neste caso, os pilotos
devem levar seus karts diretamente para o parque fechado, sendo que
as colocações da volta anterior à paralisação
definirão a ordem de chegada da bateria.
Parágrafo quarto - Quando 75% do número de voltas resultarem
em número com decimais (não inteiros), o valor será
arredondado para o número inteiro inferior.
Capítulo XIII
Boxes
Art. 35º - Durante treinos e provas, o acesso ao box somente poderá
ser feito pela zona de redução de velocidade (baixa velocidade),
ficando terminantemente proibido o uso de qualquer outra via de acesso
ou o cruzamento da faixa que separa a pista da zona de aceleração.
Cada concorrente ou piloto é diretamente responsável pela
ordem e disciplina de seu box.
Parágrafo primeiro - Toda falta disciplinar ou desrespeito a
este regulamento por parte de qualquer membro de uma equipe, será
passível de punição ao piloto.
Parágrafo segundo - É exigido de todos os membros das
equipes que estejam devidamente uniformizados e identificados com o
número do kart participante da prova. Somente uma equipe, de
no máximo 4(quatro) pessoas por kart, poderá permanecer
no seu box.
Parágrafo terceiro - Por ordem da Vara da Infância e Juventude,
é proibida a entrada e participação de menores
de 18 anos como auxiliares de box, exceto se estiverem devidamente credenciados
pelo Juizado da Vara da Infância e Juventude. E acompanhados por
um responsável
Parágrafo quarto - É expressamente proibido o uso ou consumo
de bebidas alcoólicas, cigarros de qualquer espécie, cachimbos,
charutos, etc, nos boxes por parte do piloto e equipe.
Capítulo XIV
Bandeiras e Placas de Sinalização
Art. 36º - SINAIS E BANDEIRAS UTILIZADOS PELO DIRETOR DE PROVA
OU SEU ADJUNTO:
1 - Bandeira de largada: ela geralmente é quadriculada nas cores
da bandeira nacional; o sinal de largada deve ser dado abaixando-se
a bandeira;
2 - Bandeira amarela: indica perigo; os pilotos devem diminuir a velocidade
e não ultrapassar no local;
3 - Bandeira verde: indica que o alerta foi suspenso; os pilotos podem
voltar ao ritmo normal de corrida. Também poderá ser usada
na abertura de uma seção de treinos ou em uma relargada;
4 - Bandeira Azul: apresentada
ao piloto a ser ultrapassado;
5 - Bandeira vermelha: indica que a corrida ou treino foi interrompido;
6 - Bandeira listrada vermelha e amarela: indica falta de aderência
ou irregularidades na pista;
7 - Bandeira branca: presença de veículo lento ou de serviço
na pista;
8 - Bandeira preta com um círculo laranja acompanhada de placa
com número do kart: o piloto correspondente deve dirigir-se ao
box;
9 - Bandeira preta / branca (acompanhada de placa com o número
do kart): adverte o piloto por conduta anti-esportiva;
10 - Bandeira preta (acompanhada de placa com o número do kart):
o piloto correspondente está desclassificado da prova ou bateria;
11 - Bandeira de chegada (quadriculada preta e branca apresentada sempre
agitada): Indica o final da prova.
12 - Placas pretas com números brancos: indica o kart a ser sinalizado
com bandeira de box, advertência, exclusão ou placa de
time pênalti.
13 - Placas Brancas com os números 10, 05, 02 e 01 indicam quantas
voltas faltam para o término da prova.
Art. 37º - BANDEIRAS UTILIZADAS NOS POSTOS DE OBSERVAÇÃO/SINALIZAÇÃO
1 - Bandeira amarela: indica perigo; os pilotos devem diminuir a velocidade
e não ultrapassarem no local. Quando apresentada parada indica
que o perigo ou obstrução está no próximo
posto; quando apresentada agitada indica que o perigo ou obstrução
está muito próximo. Os pilotos que ultrapassarem neste
local serão punidos.
2 - Bandeira verde: indica que o alerta foi suspenso. Os pilotos podem
voltar ao ritmo normal de corrida.
3 - Bandeira vermelha: indica que a corrida ou treino foi interrompido,
esta bandeira será apresentada em todos os postos de observação,
desde que o diretor de prova venha a tomar a decisão de parar
a corrida ou treino. Todos os pilotos devem parar de correr e se dirigir
ao local designado pelos comissários desportivos.
4 - Bandeira azul: apresentada ao piloto a ser ultrapassado. Quando
apresentada parada indica que o kart vem se aproximando, quando apresentada
em movimento indica que o kart já está em condições
de fazer a ultrapassagem. O piloto retardatário deverá
facilitar a ultrapassagem dos líderes tirando o kart do traçado.
5 - Bandeira listrada vermelha e amarela: indica falta de aderência
ou irregularidades na pista.
6 - Bandeira branca: presença de veículo lento ou de serviço
na pista.
Capítulo XV
Conceito Técnico
Art. 38º - A construção do chassis é livre.
Com referência à resistência da construção,
ela deverá ser tubular, capaz de resistir com adequado grau de
segurança a todos os esforços produzidos durante a competição.
A estrutura do veículo deverá ser construída com
tubos de diâmetro mínimo de 25mm e no máximo 32mm
, com paredes de no mínimo 1,5mm, dentro de um padrão
que proteja o piloto, com dois arcos de segurança no sentido
longitudinal (da extremidade dianteira até a extremidade traseira),
amarrados com no mínimo 5 (cinco) travessas de construção
soldada, que deverão estar no mínimo a 5 cm acima da cabeça
do piloto sentado, com os cintos atados. É obrigatório
o uso da barra de desvio lateral na largura máxima da bitola
traseira (paralela às rodas traseiras) de no mínimo 22mm
e no máximo 25mm de diâmetro externo, sendo que esta proteção
nunca deve exceder a largura das rodas, nas barras de desvio os tubos
a serem usados deverão ser de aço, com ou sem costura
(trefilados), com as medidas máximas de diâmetro externo
de 32mm. Nos arcos de segurança não será admitido
emendas em sua extensão. Somente nas bases e nas uniões
dos tubos é que será permitido o uso de processo de soldagem.
Nenhuma parte da estrutura ou da carroceria (carenagem) poderá
exceder a largura das rodas. Todas as curvas efetuadas nos tubos deverão
obedecer um raio mínimo de 50mm. Não se admite cantos
vivos em qualquer parte da estrutura tubular.O assoalho deve ser obrigatoriamente
fechado desde a extremidade dianteira até o banco do piloto,
em chapa de aço de espessura mínima de 1,2mm sem furos.
O cinto de segurança deverá ser no mínimo de 4
(Quatro) pontas. O arranjo inferior é livre, com a condição
de que nenhum instrumento ou objeto apresente saliência perigosa.
É aconselhável uma cinta metálica para sustentação
do banco. A identificação do kart e piloto deverá
ser a seguinte: todos os karts deverão ter o nome do piloto,
bem como o grupo sangüíneo e fator RH escritos no teto próximo
às placas. Todo kart deverá ter em seu teto uma placa
com a numeração voltada para as duas laterais e uma na
dianteira bem à frente do piloto. Estes números deverão
ter as cores correspondentes a cada categoria; fica a critério
da organização as cores a serem adotadas para as categorias.
Art. 39º IDENTIFICAÇÃO DO KART
Todos os veículos deverão ostentar números aplicados
sobre:
Carenagem ou placa visto pela frente colocado acima da cabeça
do piloto.
Placa colocada no ponto mais alto da estrutura, no sentido longitudinal
e visto pelos dois lados
Os números deverão ter duas casas (do 00 ao 99) e ter
no mínimo 20cm de altura por 5cm de traço,
Parágrafo Primeiro: CATEGORIA 135 CC
Os números deverão ser Pretos sobre fundo Amarelo
Parágrafo Segundo: CATEGORIA 250 CC INICIANTE
Os números deverão ser Brancos sobre fundo Preto
Parágrafo Terceiro: CATEGORIA 250 CC ESPECIAL
Os números deverão ser Pretos sobre fundo Branco:
O competidor não poderá trocar o número do kart
durante o campeonato, e em caso de karts com números iguais,
terá preferência o piloto filiado a APPK”Cross –
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE PILOTOS DE KART”Cross, MFT
(Mini Formula Tubular), caso nenhum dos pilotos sejam filiados, a preferência
é da inscrição mais antiga.
Nome, tipo sangüíneo e fator RH do piloto em ambos os lados
do Kart
Capítulo XVI
Pesos e Medidas
Art. 40º - Dos Pesos e Medidas dos karts
1 - Comprimento total: Mínimo de 2.000 mm - Máximo de
2.300 mm
2 - Bitola dianteira: Mínimo de 1.150 mm - Máximo de 1.350
mm
3 - Bitola traseira: Mínimo de 1.250 mm - Máximo de 1.350
mm
4 - Distância entre eixos: Mínimo de 1.600 mm - Máximo
de 1.800 mm
5 - O peso mínimo é de 260 kg (kart, piloto com indumentária
completa).
A pesagem será feita nos 5 (cinco) primeiros colocados de cada
categoria, nas condições em que terminarem a prova. e
em todos os participantes antes do inicio das baterias.
6 - O tanque de combustível deve ser metálico com capacidade
máxima de 10 litros. O bocal do abastecimento deverá ter,
no mínimo, 30mm de diâmetro, sendo obrigatório o
uso de respiro ( tipo enrolar). O tanque deve estar localizado dentro
dos limites do chassi do veículo e fixado por cintas metálicas.
Não será permitido partes do tanque fora dos limites de
proteção da estrutura, exceto o bocal que pode exceder
a estrutura mas não deve tocar o solo em caso de tombamento do
veículo.
7 - É obrigatório o uso de redes, não metálicas
de proteção nas laterais, lado direito e esquerdo, podendo
ser substituído por uma carenagem ou portas (de fibra de vidro
ou plástico, desde que as mesmas estejam na altura dos ombros
do piloto, atado a seus cintos de segurança).
8 - É obrigatório a colocação de um arco
de proteção nas laterais do cockpit na altura dos joelhos,
de um apoio para a cabeça do piloto e o uso de dois espelhos
retrovisores nas laterais.
9 - É obrigatória a colocação de uma tela
metálica à frente do piloto.
10 - Suspensão dianteira, independentes tipo bandeja, não
obrigatório. Amortecedores e molas nacionais, porém livre
quanto ao tipo e quantidade.
11 - Suspensão traseira, tipo balança ou bandeja, amortecimento
por molas e amortecedores nacionais, livres quanto ao tipo e quantidade.
12 - Direção, caixa de direção livre, nacional,
barras e terminais são livres, nacionais. Braço pitmann,
quando usado é permitido alongamento.
13 - Freio dianteiro proibido.
14 - Chassis somente homologados pela APPK”Cross – ASSOCIAÇÃO
PAULISTA DE PILOTOS DE KART”Cross, MFT (Mini Formula Tubular),
inclusive suas alterações.
Capítulo XVII
PNEUS
Dianteiro: 3.50x10"
Traseiro: 17x7.x8"
RODAS
Dianteira: 10" no diâmetro com largura livre.
Traseira: 8" no diâmetro com largura mínima de 5"
e máxima de 6,5"
Categorias
Art. 41º - CATEGORIA 135 CC
Motores para a categoria: CG 125, RD 125, RDZ 125, SXT 125, RD 135,
RDZ 1351 - (Preparação livre: entende-se por preparação
livre o ato de desbastar, lixar, limar, retificar ou acrescentar materiais
ou peças não provenientes de sua manufatura original),
entretanto para conter custos fica proibida a utilização
de peças especiais de competição ou importadas,
exceto itens permitidos abaixo:
A - velas: livres;
B - escapamento: livre mas de fabricação nacional;
C - Cabeçote: retrabalho livre;
D - Cilindro: permitido retífica até 1 mm, será
considerado dentro de 135 cc; é permitido o encamisamento e proibido
o tratamento de cromo duro, níquel silício ou cerâmico;
E - Torque: livre;
F - Ignição: ponto fixo;
G - Carburador: máximo 26 mm.
H - Óleo lubrificante: livre;
I - Rolamentos: livre;
J - Corrente, coroa e pinhão: livres; K - Combustível:
álcool;
K- Câmbio: original;
L - Combustível: Álcool hidratado vendido nos postos de
combustível.
M - Pistão: original;
N - Permitido calçar as molas da embreagem com arruelas.
Art. 42º - CATEGORIA 250 CC INICIANTE –
Paragrafo l : nesta categoria não será permitido a participação
de pilotos que já tenham disputado a categoria 250 cc Especial,
e após ingressar nesta categoria o competidor poderá participar
da categoria especial após o termino do campeonato.
Motores para a categoria: 250 CC INICIANTE / TORNADO/TWISTER/STRADA
A - Velas: Originais do motor usado pelo participante;
B - Escapamento: - Curva do escape com diâmetro externo e interno
igual ao original –
Com Abafador de modelos para moto a venda no comercio. Não podendo
os mesmos saírem da estrutura dos Karts, s MFT (Mini Formula
Tubular)
C - Cabeçote: Original;
D - Cilindro: permitido retífica desde que não ultrapa-se
a medida original 0,50 mm
E - Torque: original;
F - Ignição original;
G - Carburador: Original do modelo, inclusive com o acionamento à
vácuo e diâmetro do Venturi, permitido calibrar molas e
passagens de ar e combustível. Proibido o acionamento por meio
de cabo no pistonete.
OBS: Alimentação: Por gravidade. Proibido o uso de bombas
mecânicas ou elétricas.
H - Óleo lubrificante: livre;
I - Rolamentos: livres;
J - Corrente, coroa e pinhão: igual a todos os demais - que será
definido pela direção de prova
K - Combustível: Álcool hidratado vendido nos postos de
combustível.
L - Câmbio: original
M - Pistão: original; Proibido alívio, retrabalho ou eliminar
anéis.
N - Não será Permitido calçar as molas de embreagem
com arruelas.
O- Comando de válvulas: Original
P- CDI – Original do motor usado pelo competidor (Verificar Art.
47º Parágrafo Primeiro)
Q- Taxa de compressão: Original.
R- Refrigeração (Radiador) Original / Permitido substituir/alongar
mangueiras.
S- Sistema elétrico: É obrigatório o funcionamento
do sistema de partida elétrica e do carregador de bateria. É
permitido reduzir o comprimento ou suprimir os fios sem função
no chicote.
T- Demais ítens do motor conforme especificação
do fabricante para o modelo.
Art. 43º - CATEGORIA
250 CC ESPECIAL
Motores para a categoria: - 250 CC TORNADO/TWISTER/STRADA Preparação
livre: (entende-se por preparação livre o ato de desbastar,
lixar, limar, retificar ou acrescentar materiais ou peças não
provenientes de sua manufatura original), entretanto para conter custos
fica proibida a utilização de peças especiais de
competição ou importadas, exceto itens permitidos abaixo:
A - Velas: livres;
B - Escapamento: Livre, Não podendo os mesmos saírem da
estrutura dos Karts, s MFT (Mini Formula Tubular)
C - Cabeçote: retrabalho livre;
D - Cilindro: permitido retífica desde que não ultrapa-se
250cc;
E - Torque: livre;
F – Ignição: Original do Motor Usado
G - Carburador: livre com no máximo 32 mm de Venturi. de marcas
Nacionais
OBS: Alimentação: Por gravidade. Proibido o uso de bombas
mecânicas ou elétricas
H - Óleo lubrificante: livre;
I - Rolamentos: livres;
J - Corrente, coroa e pinhão: livres;
K - Combustível: Álcool hidratado vendido nos postos de
combustível.
L - Câmbio: Livre
M - Pistão: Original desde que não ultrapasse 1.00 mm:
: Proibido alívio, retrabalho ou eliminar anéis. Permitido
o rebaixamento das cavas de válvulas e superfície em caso
de interferência com o cabeçote quando rebaixado.
N - Permitido calçar as molas de embreagem com arruelas.
O- Comando de válvulas: Original do modelo. Permitido sacar as
engrenagens e alterar o ponto
P- CDI – Original do motor usado pelo competidor (Verificar Art.
47º Parágrafo Primeiro)
Q- Taxa de compressão: Livre.
R- Refrigeração (Radiador) Livre
S- Sistema elétrico: É obrigatório o funcionamento
do sistema de partida elétrica e do carregador de bateria. É
permitido reduzir o comprimento ou suprimir os fios sem função
no chicote.
T- Demais ítens do motor conforme especificação
do fabricante para o modelo.
Capítulo XVIII
Substituição do Chassi/Motor
Art. 44º - Durante o campeonato, o piloto poderá trocar
de chassi; seu kart poderá ser renovado e manter o mesmo numeral,
apenas ficando proibida a troca de chassi dentro da etapa. O piloto
terá que definir o chassi da prova antes da inscrição.
Os treinos não oficiais poderão contar com mais de um
chassi para teste. O motor poderá ser trocado. Se a troca ocorrer
após a tomada de tempo ou de alguma bateria, o piloto será
posicionado no último lugar do grid.
Capítulo XIX
Campeonatos (Pontuação/Classificação)
Art. 45º - Fica denominado 1ª CAMPEONATO PAULISTA DE MFT de
2009.
Parágrafo primeiro - O Campeonato terá 10 (Dez) etapas;
cada prova será dividida em três baterias. A classificação
das etapas será a soma de pontos das baterias; em caso de empate
de dois ou mais pilotos em qualquer das etapas, o desempate será
feito pela melhor tomada de tempo. Será acrescentado um ponto
extra após a classificação final da etapa, para
o piloto que obtiver a pole na tomada de tempo, em cada categoria.
Parágrafo segundo - No caso de empate por pontos de dois ou mais
pilotos no final do campeonato, o critério para desempate será
o seguinte:
1 - maior número de vitórias;
2 - maior número de 2º lugar, e assim por diante até
se chegar a 10ª (décima) colocação;
3 - maior número de vitórias nas baterias de cada etapa
e suas colocações subseqüentes
4 - melhores tomadas de tempo.
Parágrafo terceiro
- A pontuação das etapas e das baterias será a
seguinte:
1º lugar - 11 pontos
2º lugar - 09 pontos
3º lugar - 08 pontos
4º lugar - 07 pontos
5º lugar - 06 pontos
6º lugar - 05 pontos
7º lugar - 04 pontos
8º lugar - 03 pontos
9º lugar - 02 pontos
10º lugar - 01 ponto
Parágrafo quarto - Uma classificação será
afixada no local da prova 30 minutos após o seu término.
Esta classificação torna-se definitiva após terem
sido conhecidos os resultados das verificações técnicas
e não tenha havido qualquer reclamação apresentada
pelos concorrentes.
Art. 46º – Modificação do 1ª CAMPEONATO
PAULISTA DE MFT de 2009.
Parágrafo primeiro - O Campeonato terá 10 (Dez) etapas,
sendo que da Primeira a Quarta etapa a pontuação correspondera
ao ART 45º parágrafo terceiro deste regulamento, da Quinta
a Sétima etapa a pontuação será diferente
sendo que os pontos do Art. 45º Parágrafo terceiro terão
um acréscimo de mais 03 (três) por pontos por posição
em cada etapa respectivamente; da Oitava a Décima etapas os pontos
terão a pontuação diferente sendo que os pontos
do Art. 45º Parágrafo terceiro terão já com
acréscimo de mais 03 (três) por pontos por posição
em cada etapa respectivamente; serão acrescidos em mais três
pontos, cada prova será dividida em três baterias. A classificação
das etapas será a soma de pontos das baterias; em caso de empate
de dois ou mais pilotos em qualquer das etapas, o desempate será
feito pela melhor tomada de tempo. Será acrescentado um ponto
extra após a classificação final da etapa, para
o piloto que obtiver a pole na tomada de tempo, em cada categoria. e
que ao termino da ultima etapa haverá um descarte de 01(uma)
etapa para a soma dos postos, podendo o piloto descartar a etapa que
quiser desde que tenha participado da etapa em no mínimo de 01
(UMA) BATERIA.
Parágrafo segundo
- No caso de empate por pontos de dois ou mais pilotos no final do campeonato,
o critério para desempate será o seguinte:
1 - maior número de vitórias;
2 - maior número de 2º lugar, e assim por diante até
se chegar a 10ª (décima) colocação;
3 - maior número de vitórias nas baterias de cada etapa
e suas colocações subseqüentes;
4 - melhores tomadas de tempo.
Parágrafo terceiro
- A pontuação da Quinta a Sétima etapa, e das baterias
será a seguinte:
1º lugar - 14 pontos
2º lugar - 12 pontos
3º lugar - 11 pontos
4º lugar - 10 pontos
5º lugar - 09 pontos
6º lugar - 08 pontos
7º lugar - 07 pontos
8º lugar - 06 pontos
9º lugar - 05 pontos
10º lugar - 04 pontos
11º lugar - 03 pontos
12º lugar - 02 pontos
13º lugar - 01 ponto
Parágrafo quarto
- Uma classificação será afixada no local da prova
30 minutos após o seu término. Esta classificação
torna-se definitiva após terem sido conhecidos os resultados
das verificações técnicas e não tenha havido
qualquer reclamação apresentada pelos concorrentes.
Parágrafo quinto
- A pontuação da Oitava a Décima etapa, e das baterias
será a seguinte:
1º lugar - 17 pontos
2º lugar - 15 pontos
3º lugar - 14 pontos
4º lugar - 13 pontos
5º lugar - 12 pontos
6º lugar - 11 pontos
7º lugar - 10 pontos
8º lugar - 09 pontos
9º lugar - 08 pontos
10º lugar - 07 pontos
11º lugar - 06 pontos
12º lugar - 05 pontos
13º lugar - 04 pontos
14º lugar - 03 pontos
15º lugar - 02 pontos
16º lugar - 01 ponto
Parágrafo sexto
- Uma classificação será afixada no local da prova
30 minutos após o seu término. Esta classificação
torna-se definitiva após terem sido conhecidos os resultados
das verificações técnicas e não tenha havido
qualquer reclamação apresentada pelos concorrentes.
Capitulo XX
Observações Gerais
Art. 47º - O presente regulamento, com a aprovação
de toda a Diretoria da APPK”Cross – ASSOCIAÇÃO
PAULISTA DE PILOTOS DE KART”Cross, MFT (Mini Formula Tubular).
Reserva-se ao direito de que se em qualquer das categorias o grid for
igual ou menor que 10 (Dez) participantes as baterias serão unificadas
porem a pontuação será por categoria, obedecendo
os
Art. 45º e todos os
seus parágrafos:
Parágrafo Primeiro : Poderá existir Etapas em que os CDI,s
sejam sorteados e trocados entre os competidores e os mesmos deverão
estar identificados com o numero de seus Kart,s MFT (Mini Formula Tubular)
Art. 48º - É
proibido o acesso de qualquer pessoa não autorizada à
torre de cronometragem e direção de prova sem autorização.
Art. 49º - As bandeiras
de sinalização de prova estão baseadas no anexo
"H" do Code Sportif International, salvo alterações
dispostas neste regulamento.
Art. 50º - APPK”Cross – ASSOCIAÇÃO PAULISTA
DE PILOTOS DE KART”Cross, MFT (Mini Formula Tubular)e seus parceiros
em organizações de provas, ficam eximidos, assim como
seus órgãos auxiliares, de toda e qualquer responsabilidade
civil ou penal decorrentes de infrações ou acidentes ocorridos
durante os treinos oficiais, treinos de classificação
ou provas, recaindo essa responsabilidade exclusivamente naquele que
deu causa ao fato, ao que o piloto concorrente ou seu responsável
adere no ato da assinatura da ficha de inscrição.
Art. 51º - O presente regulamento foi elaborado pela Direção
Técnica Desportiva, com a aprovação de toda a Diretoria
da APPK”Cross – ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE PILOTOS
DE KART”Cross, MFT (Mini Formula Tubular). e entrará em
vigor na data de sua homologação pelo Presidente do APPK”Cross
– ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE PILOTOS DE KART”Cross,
MFT (Mini Formula Tubular), revogadas as disposições em
contrário.
Homologo o presente Regulamento para
o exercício de 2009
Edemilson de Souza luz
Presidente
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
São Paulo, 01 de Janeiro 2009